{"id":20189,"date":"2025-05-14T00:30:39","date_gmt":"2025-05-14T03:30:39","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/todos-os-discos-do-guns-n-roses-do-pior-ao-melhor-segundo-critico-da-rolling-stone\/"},"modified":"2025-05-14T00:30:39","modified_gmt":"2025-05-14T03:30:39","slug":"todos-os-discos-do-guns-n-roses-do-pior-ao-melhor-segundo-critico-da-rolling-stone","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/todos-os-discos-do-guns-n-roses-do-pior-ao-melhor-segundo-critico-da-rolling-stone\/","title":{"rendered":"Todos os discos do Guns N\u2019 Roses do pior ao melhor, segundo cr\u00edtico da Rolling Stone"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>A discografia do <strong>Guns N\u2019 Roses<\/strong> \u00e9 curta, mas impactante. S\u00e3o apenas seis \u00e1lbuns lan\u00e7ados, por\u00e9m, mais de 100 milh\u00f5es de c\u00f3pias vendidas a n\u00edvel global. N\u00e3o era para ser uma obra longa, de toda forma: a banda de <strong>Axl Rose<\/strong> (voz), <strong>Slash<\/strong> (guitarra), <strong>Izzy Stradlin<\/strong> (guitarra), <strong>Duff McKagan<\/strong> (baixo) e <strong>Steven Adler<\/strong> (bateria) era como um vulc\u00e3o em erup\u00e7\u00e3o, seja em pot\u00eancia ou, especialmente, em dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas antes de implodir, o grupo, que posteriormente agregaria (v\u00e1rios) outros integrantes, ofereceu (alguns) discos importantes para a hist\u00f3ria do rock and roll. Todos eles foram ranqueados, do pior ao melhor, e comentados nesta lista. Confira!<\/p>\n<figure class=\"image\"><figcaption>Guns N&#8217; Roses nos anos 1980 &#8211; Foto: Ross Marino \/ Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<h2><strong>Todos os discos do Guns N\u2019 Roses do pior ao melhor<\/strong><\/h2>\n<h3>6) \u201cThe Spaghetti Incident?\u201d (1993)<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"778\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/guns-n-roses-the-spaghetti-incident-1993.jpg\" width=\"778\"\/><\/p>\n<p>A inten\u00e7\u00e3o do Guns N\u2019 Roses ao lan\u00e7ar seu \u00e1lbum de covers foi nobre. A banda queria que alguns de seus \u00eddolos, especialmente do segmento punk rock, se tornassem mais conhecidos \u2014 em uma movimenta\u00e7\u00e3o similar \u00e0 adotada pelo <strong>Metallica<\/strong> desde a d\u00e9cada de 1980. Apesar disso, <em><strong>\u201cThe Spaghetti Incident?\u201d<\/strong><\/em> peca em escolha de repert\u00f3rio e na pr\u00f3pria cria\u00e7\u00e3o das releituras. <strong>\u201cSince I Don\u2019t Have You\u201d<\/strong>, com seu videoclipe curioso, permanece como um dos momentos mais \u201cque p#rra \u00e9 essa?\u201dda trajet\u00f3ria do GN\u2019R, enquanto a vers\u00e3o de <strong>\u201cHair of the Dog\u201d<\/strong> (<strong>Nazareth<\/strong>) s\u00f3 d\u00e1 vontade de voltar e escutar a original. <strong>\u201cAin\u2019t It Fun\u201d<\/strong> (<strong>Dead Boys<\/strong>), com participa\u00e7\u00e3o de <strong>Michael Monroe<\/strong> (<strong>Hanoi Rocks<\/strong>), \u00e9 um raro destaque, assim como <strong>\u201cNew Rose\u201d<\/strong> (<strong>The Damned<\/strong>) com Duff McKagan nos vocais.<\/p>\n<h3>5) Chinese Democracy (2008)<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"772\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/guns-n-roses-chinese-democracy-2008.jpg\" width=\"778\"\/><\/p>\n<p>N\u00e3o d\u00e1 para chamar <em><strong>Chinese Democracy<\/strong><\/em> de \u201cinjusti\u00e7ado\u201d, mas o \u00fanico \u00e1lbum do Guns N\u2019 Roses no s\u00e9culo 21 (e \u00fanico sem Slash e Duff McKagan) pareceu ter sido alvo de uma birra \u2014 justificada \u2014 gerada em torno de seu arrastado processo de cria\u00e7\u00e3o: praticamente uma d\u00e9cada. Demorou tanto para sair que, quando chegou a p\u00fablico, soou atrasado, pois explorou influ\u00eancias de rock\/metal industrial e nu metal, em voga justamente quando as can\u00e7\u00f5es foram criadas\u2026 uma d\u00e9cada antes. Est\u00e9tica \u00e0 parte, h\u00e1 boas composi\u00e7\u00f5es ali que resistiram ao teste do tempo, como <strong>\u201cBetter\u201d<\/strong>, <strong>\u201cThere Was a Time\u201d<\/strong>, <strong>\u201cThis I Love\u201d<\/strong> e <strong>\u201cProstitute\u201d<\/strong>. Ainda assim, est\u00e1 abaixo de todos os outros trabalhos de in\u00e9ditas do GN\u2019R.<\/p>\n<h3>4) GN\u2019R Lies (1988)<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"762\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/guns-n-roses-lies-1988.jpg\" width=\"778\"\/><\/p>\n<p>Com apenas oito faixas \u2014 quatro delas oriundas do EP \u201cao vivo fake\u201d <em><strong>Live?!*@ Like a Suicide<\/strong><\/em> (1986) \u2014, <em><strong>GN\u2019R Lies<\/strong><\/em> \u00e9, basicamente, um mini-\u00e1lbum, mas entra na lista por trazer algum material in\u00e9dito. Sua segunda metade apresenta quatro faixas ac\u00fasticas, uma delas sendo a releitura de <strong>\u201cYou\u2019re Crazy\u201d<\/strong>, ouvida originalmente em <em><strong>Appetite for Destruction<\/strong><\/em> (1987). Esta parte do registro soa positivamente despretensiosa, exce\u00e7\u00e3o feita \u00e0 melodiosa <strong>\u201cPatience\u201d<\/strong>, que n\u00e3o por acaso virou hit. Can\u00e7\u00f5es legais, mas pouco a ver com o Guns daquele momento. J\u00e1 o peda\u00e7o inaugural, correspondente a <em><strong>Live?!*@ Like a Suicide<\/strong><\/em>, \u00e9 um arrega\u00e7o. E veja como \u00e9 o destino: a notoriedade que o grupo desejaria dar anos depois a seus \u00eddolos punk com <strong><em>\u201cThe Spaghetti Incident?\u201d<\/em><\/strong> acabou sendo dada, mesmo, ao <strong>Rose Tattoo<\/strong> com seu cover feroz de <strong>\u201cNice Boys\u201d<\/strong>.<\/p>\n<h3>3) Use Your Illusion I (1991)<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"778\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/guns-n-roses-use-your-illusion-1-1991.jpg\" width=\"778\"\/><\/p>\n<p>Desde seu lan\u00e7amento, o par <em><strong>Use Your Illusion<\/strong><\/em> motiva uma discuss\u00e3o entre f\u00e3s: como seria se os dois discos sa\u00edssem como apenas um, reunindo as \u201cmelhores can\u00e7\u00f5es\u201d? Dif\u00edcil, pois \u00e9 complicado at\u00e9 mesmo enxergar esses dois trabalhos de modo separado. S\u00e3o um s\u00f3, ainda que distribu\u00eddos em dois, j\u00e1 que venderia mais do que se chegasse a p\u00fablico como um \u00e1lbum duplo. Quando se \u201cfor\u00e7a\u201d a an\u00e1lise individual, por\u00e9m, <em><strong>Use Your Illusion I<\/strong><\/em> fica um pouquinho abaixo pela presen\u00e7a de fillers como <strong>\u201cBack Off Bitch\u201d<\/strong>, <strong>\u201cDon\u2019t Damn Me\u201d<\/strong>, <strong>\u201cGarden of Eden\u201d<\/strong> e <strong>\u201cYou Ain\u2019t the First\u201d<\/strong>. Ao mesmo tempo, h\u00e1 can\u00e7\u00f5es fortes como a trinca de abertura <strong>\u201cRight Next Door to Hell\u201d<\/strong> + <strong>\u201cDust N\u2019 Bones\u201d<\/strong> (com Izzy Stradlin no vocal) + <strong>\u201cLive and Let Die\u201d<\/strong> (cover porreta dos Wings), a emblem\u00e1tica <strong>\u201cThe Garden\u201d<\/strong> (com <strong>Alice Cooper<\/strong>), a canastrona <strong>\u201cBad Obsession\u201d<\/strong> e a quase-prog <strong>\u201cComa\u201d<\/strong>, respons\u00e1vel por dar o tom do que se ouviria em <em><strong>II<\/strong><\/em>.<\/p>\n<h3>2) Use Your Illusion II (1991)<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"778\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/guns-n-roses-use-your-illusion-2-1991.jpg\" width=\"778\"\/><\/p>\n<p>Al\u00e9m de ter menos fillers, <em><strong>Use Your Illusion II<\/strong><\/em> se sobressai por soar um pouco mais experimental e ousado em compara\u00e7\u00e3o a <em><strong>I<\/strong><\/em>. Aqui, o Guns N\u2019 Roses parecia come\u00e7ar a preparar terreno para o que viria adiante, em uma transi\u00e7\u00e3o jamais conclu\u00edda devido \u00e0 sua pr\u00f3pria implos\u00e3o. Apesar da piada de mau gosto <strong>\u201cMy World\u201d<\/strong>, da tosca <strong>\u201cGet in the Ring\u201d<\/strong> e da desnecess\u00e1ria vers\u00e3o alternativa de <strong>\u201cDon\u2019t Cry\u201d<\/strong>, o repert\u00f3rio ouvido em <em><strong>II<\/strong><\/em> surpreende. As elaboradas <strong>\u201cCivil War\u201d<\/strong>, <strong>\u201cLocomotive\u201d<\/strong> e <strong>\u201cEstranged\u201d<\/strong>, a melodiosa <strong>\u201cYesterdays\u201d<\/strong>, a forte <strong>\u201c14 Years\u201d<\/strong> (novamente com Stradlin no vocal) e a arrasa-quarteir\u00e3o <strong>\u201cYou Could Be Mine\u201d<\/strong> s\u00e3o alguns dos v\u00e1rios momentos que tornam sua audi\u00e7\u00e3o bem interessante.<\/p>\n<h3>1) Appetite for Destruction (1987)<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"778\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/guns-n-roses-appetite-for-destruction-1987.jpg\" width=\"778\"\/><\/p>\n<p>N\u00e3o havia como colocar outro \u00e1lbum sem ser este na primeira posi\u00e7\u00e3o. S\u00e9timo disco mais vendido da hist\u00f3ria dos Estados Unidos, <em><strong>Appetite for Destruction<\/strong><\/em> provocou uma revolu\u00e7\u00e3o no rock popular da d\u00e9cada de 1980. O quinteto, ainda com Steven Adler na bateria, praticamente expulsou teclados e sintetizadores do hard rock e jogou fora os laqu\u00eas de todo mundo \u2014 inclusive os deles pr\u00f3prios \u2014 para dar um pouco mais de f\u00faria e agressividade \u00e0 m\u00fasica daquele per\u00edodo. At\u00e9 suas can\u00e7\u00f5es menos inspiradas \u2014 <strong>\u201cThink About You\u201d<\/strong> e <strong>\u201cAnything Goes\u201d<\/strong> \u2014 parecem ter prop\u00f3sito, j\u00e1 que d\u00e3o algum respiro ao ouvinte para momentos imediatamente subsequentes, como o mega-hit <strong>\u201cSweet Child O\u2019Mine\u201d<\/strong> e a intensa <strong>\u201cRocket Queen\u201d<\/strong>. Fora outros destaques como a abertura <strong>\u201cWelcome to the Jungle\u201d<\/strong>, a quase-punk <strong>\u201cIt\u2019s So Easy\u201d<\/strong>, a porreta <strong>\u201cMr. Brownstone\u201d<\/strong> e <strong>\u201cParadise City\u201d<\/strong>, que vai de versos quase rap a um refr\u00e3o pegajoso. \u00c9, acima de tudo, um \u00e1lbum aut\u00eantico, respons\u00e1vel por encapsular o que aqueles cinco m\u00fasicos de fato vivenciavam no per\u00edodo. Se virou uma obra caricata para algu\u00e9m, muito se deu em fun\u00e7\u00e3o de sua reprodu\u00e7\u00e3o desenfreada. \u201cCulpa\u201d do enorme sucesso, no fim das contas.<\/p>\n<h3><strong>Rolling Stone Brasil especial: Iron Maiden<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Iron Maiden na capa<\/strong>: a <strong><em>Rolling Stone Brasil<\/em><\/strong> lan\u00e7ou uma edi\u00e7\u00e3o de colecionador in\u00e9dita para os f\u00e3s da banda de heavy metal. Os maiores \u00e1lbuns, a lista dos shows no Brasil, o poder do merchadising do grupo e at\u00e9 um tour pelo avi\u00e3o da banda voc\u00ea confere no especial impresso, \u00e0 venda na <strong>Loja Perfil<\/strong>.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"924\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2024\/11\/whatsapp-image-2024-11-28-at-111827.jpeg\" width=\"773\"\/><figcaption>Rolling Stone Brasil especial: Iron Maiden<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>+++ LEIA TAMB\u00c9M: Os 5 melhores discos do Iron Maiden, segundo cr\u00edtico da Rolling Stone<br \/>+++ LEIA TAMB\u00c9M: A empolgada forma como o Guns N\u2019 Roses descreve seu novo baterista<br \/>+++ LEIA TAMB\u00c9M: A loucura que era tocar no Guns N\u2019 Roses nos anos 90, segundo Matt Sorum<\/strong><br \/><strong>+++ LEIA TAMB\u00c9M: As melhores bandas de todos os tempos para Axl Rose<br \/><\/strong><strong>+++ Clique aqui para seguir a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++ Clique aqui para seguir o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/todos-os-discos-do-guns-n-roses-do-pior-ao-melhor-segundo-critico-da-rolling-stone\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A discografia do Guns N\u2019 Roses \u00e9 curta, mas impactante. 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