{"id":19147,"date":"2025-05-09T13:40:49","date_gmt":"2025-05-09T16:40:49","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/os-5-melhores-discos-do-iron-maiden-segundo-critico-da-rolling-stone\/"},"modified":"2025-05-09T13:40:49","modified_gmt":"2025-05-09T16:40:49","slug":"os-5-melhores-discos-do-iron-maiden-segundo-critico-da-rolling-stone","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/os-5-melhores-discos-do-iron-maiden-segundo-critico-da-rolling-stone\/","title":{"rendered":"Os 5 melhores discos do Iron Maiden, segundo cr\u00edtico da Rolling Stone"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Poucas bandas de rock e heavy metal mantiveram t\u00e3o bem a forma em \u00e1lbuns de est\u00fadio como o <strong>Iron Maiden<\/strong>. S\u00e3o 17 discos de in\u00e9ditas lan\u00e7ados pelo grupo composto na maior parte do tempo por <strong>Bruce Dickinson<\/strong> (voz), <strong>Dave Murray<\/strong> (guitarra), <strong>Adrian Smith<\/strong> (guitarra), <strong>Janick Gers<\/strong> (guitarra), <strong>Steve Harris<\/strong> (baixo) e <strong>Nicko McBrain<\/strong> (bateria); a maior parte em alto patamar de qualidade.<\/p>\n<p>Por isso, \u00e9 tarefa herc\u00falea pin\u00e7ar os cinco melhores e, na vis\u00e3o de muitos leitores como voc\u00ea, algumas injusti\u00e7as podem ter sido cometidas. Mas vale o desafio. A lista a seguir apresenta as escolhas e seus respectivos coment\u00e1rios. Confira!<\/p>\n<figure class=\"image\"><figcaption>Iron Maiden em 1985 &#8211; Foto: Ross Marino \/ Getty<\/figcaption><\/figure>\n<h2><strong>Os 5 melhores discos do Iron Maiden segundo cr\u00edtico da Rolling Stone Brasil<\/strong><\/h2>\n<h3>5) Brave New World (2000)<\/h3>\n<p>A hist\u00f3ria do Iron Maiden na d\u00e9cada de 90 \u00e9 um bom exemplo de: <span style=\"text-decoration: underline;\">a uni\u00e3o faz a for\u00e7a<\/span>. Bruce Dickinson deixou a forma\u00e7\u00e3o em 1993 e concebeu bons \u00e1lbuns solo, mas n\u00e3o havia o poder de seus trabalhos com a banda \u2014 que, por sua vez, tamb\u00e9m n\u00e3o agradou ao substitui-lo por <strong>Blaze Bayley<\/strong> e deixar perder um pouco de seu encanto. Dickinson e Maiden sabiam que funcionam melhor juntos, engoliram seus egos e toparam se reunir. A tiracolo, Bruce ainda trouxe Adrian Smith, que estava fora desde 1990, mas todos decidiram que o ocupante de seu posto, Janick Gers, seria mantido. <span style=\"text-decoration: underline;\">Deu t\u00e3o certo<\/span> que, exce\u00e7\u00e3o feita ao afastamento de Nicko McBrain por raz\u00f5es de sa\u00fade no fim de 2024, todos seguem juntos.<\/p>\n<p>\u00d3timos \u00e1lbuns surgiram desde ent\u00e3o, mas <em>Brave New World<\/em> ainda \u00e9 o <span style=\"text-decoration: underline;\">melhor retrato da forma\u00e7\u00e3o sexteto<\/span>. As tentativas de soar mais prog com <em>The X Factor<\/em> (1995) e <em>Virtual XI<\/em> (1998), aqui, foram convertidas em acertos, j\u00e1 que a assinatura criativa de Dickinson e Smith fazem a diferen\u00e7a \u2014 como se nota no hino \u201cThe Wicker Man\u201d e em \u201cThe Fallen Angel\u201d, por exemplo. Al\u00e9m disso, contar com tr\u00eas guitarristas <span style=\"text-decoration: underline;\">expandiu as possibilidades<\/span>, o que se percebe em \u201cGhost of the Navigator\u201d e \u201cDream of Mirrors\u201d. E o mais legal de tudo: as contribui\u00e7\u00f5es de Gers n\u00e3o se suprimiram, haja vista que o guitarrista coassina quatro faixas, destacando-se o segundo single, \u201cOut of the Silent Planet\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"778\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/05-iron-maiden-brave-new-world.jpg\" width=\"778\"\/><\/p>\n<h3>4) Somewhere in Time (1986)<\/h3>\n<p>Ap\u00f3s cinco \u00e1lbuns e um sucesso constru\u00eddo a partir de uma \u00e9tica de trabalho indefect\u00edvel, o Iron Maiden estava esgotado. F\u00edsica e criativamente. Foram <span style=\"text-decoration: underline;\">mais de 850 shows<\/span> entre 1979 e 1985 \u2014 m\u00e9dia de mais de <span style=\"text-decoration: underline;\">140 apresenta\u00e7\u00f5es por ano<\/span>; duas a cada cinco dias, com longas viagens no meio. Ningu\u00e9m aguenta: Bruce Dickinson ficou viciado em sexo, Adrian Smith sofreu com depress\u00e3o e alcoolismo, Steve Harris se isolou de um jeito nada saud\u00e1vel. Um contexto perfeito para uma banda ruir, correto?<\/p>\n<p>N\u00e3o foi o caso do Maiden. Surpreendentemente, eles se recuperaram e fizeram <em>Somewhere in Time<\/em>, um \u00e1lbum de tem\u00e1tica futurista que n\u00e3o apenas os <span style=\"text-decoration: underline;\">reposicionou na d\u00e9cada de 1980<\/span>, como tamb\u00e9m <span style=\"text-decoration: underline;\">estabeleceu novos padr\u00f5es<\/span> em termos conceituais, l\u00edricos e mel\u00f3dicos. Esgotado, Dickinson n\u00e3o ajudou no processo de composi\u00e7\u00e3o, assumido apenas por Adrian Smith e Steve Harris \u2014 embora Dave Murray coassine \u201cDeja-Vu\u201d. E \u00e9 delicioso observar como eles criam de jeitos <span style=\"text-decoration: underline;\">diferentes<\/span>, mas complementares: Smith desfila seu apre\u00e7o por melodias fortes em \u201cWasted Years\u201d e \u201cStranger in a Strange Land\u201d, enquanto a veia prog de Harris salta em \u201cCaught Somewhere in Time\u201d e \u201cAlexander the Great\u201d. <em>Somewhere in Time<\/em> \u00e9 t\u00e3o <span style=\"text-decoration: underline;\">subestimado<\/span> que acabou largamente ignorado nos repert\u00f3rios de turn\u00eas subsequentes, a ponto de o grupo retom\u00e1-lo na rec\u00e9m-encerrada <em>The Future Past<\/em>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"778\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/04-iron-maiden-somewhere-in-time.jpg\" width=\"778\"\/><\/p>\n<h3>3) Powerslave (1984)<\/h3>\n<p>O \u00e1lbum que encerra uma s\u00e9rie de <span style=\"text-decoration: underline;\">ciclos<\/span> para o Iron Maiden. <em>Powerslave<\/em> \u00e9 o resultado de praticamente uma d\u00e9cada \u2014 o grupo foi fundado em 1975 \u2014 de esfor\u00e7os; dos mais <span style=\"text-decoration: underline;\">b\u00e1sicos<\/span>, como estabelecer uma forma\u00e7\u00e3o minimamente est\u00e1vel, aos mais <span style=\"text-decoration: underline;\">complexos<\/span>, a exemplo de desenvolver uma assinatura sonora pr\u00f3pria sem repetir o que havia feito no disco anterior. N\u00e3o \u00e0 toa, o quinteto come\u00e7ou a mudar sua pegada a partir do trabalho seguinte, curiosamente o quarto colocado nesta humilde lista. Nem tinha como ser diferente: <em>Powerslave<\/em> \u00e9 <span style=\"text-decoration: underline;\">t\u00e3o rico<\/span> que n\u00e3o havia mais para onde ir a partir daqui.<\/p>\n<p>O quinto disco de est\u00fadio do Maiden tamb\u00e9m firmou, de modo mais claro, as <span style=\"text-decoration: underline;\">individualidades criativas<\/span>. Pela primeira vez, Bruce Dickinson foi creditado pela autoria de duas m\u00fasicas num mesmo trabalho: a cl\u00e1ssica faixa-t\u00edtulo e o lado B \u201cFlash of the Blade\u201d. Tamb\u00e9m assinou duas can\u00e7\u00f5es junto a Adrian Smith, cada vez mais \u00e0 vontade: o hard rock com cara de hit \u201c2 Minutes to Midnight\u201d e outra menos reconhecida, \u201cBack in the Village\u201d. Mas vieram de Steve Harris, principal compositor, as obras mais ousadas: a intensa \u201cAces High\u201d, que arrancou de Dickinson uma de suas mais incr\u00edveis performances vocais, e a \u00e9pica \u201cRime of the Ancient Mariner\u201d, com seus mais de 13 minutos de dura\u00e7\u00e3o \u2014 por 31 anos foi a mais longa de todo o cat\u00e1logo at\u00e9 \u201cEmpire of the Clouds\u201d, ocupando 18 minutos de <em>The Book of Souls<\/em> (2015).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"778\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/03-iron-maiden-powerslave.jpg\" width=\"778\"\/><\/p>\n<h3>2) Killers (1981)<\/h3>\n<p>Escolha ligeiramente controversa, eu sei. Mas n\u00e3o h\u00e1 como negar a for\u00e7a dos dois \u00e1lbuns do Iron Maiden com <strong>Paul Di\u2019Anno<\/strong>. Ambos ajudaram a catapultar a banda a um estrelato inicial pois, j\u00e1 de cara, soavam \u00fanicos. Era heavy metal, mas n\u00e3o quadradinho como o de muitos grupos da chamada New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM): havia <span style=\"text-decoration: underline;\">influ\u00eancias mistas<\/span> a ponto de fundir o hard rock de melodias de nomes como Wishbone Ash e UFO a, sim, uma feroz pitada punk \u2014 refutada por Steve Harris, mas garantida por Di\u2019Anno. Naquela \u00e9poca, ou era visceral, ou era harmonioso. O Maiden <span style=\"text-decoration: underline;\">conseguia ser os dois<\/span>.<\/p>\n<p><em>Killers<\/em> tem um repert\u00f3rio t\u00e3o forte quanto o do disco de estreia hom\u00f4nimo, lan\u00e7ado em 1980. Todavia, sua produ\u00e7\u00e3o, assinada pela primeira vez na trajet\u00f3ria do grupo por <strong>Martin Birch<\/strong> \u2014 com quem eles fariam uma longa parceria \u2014, elevou os resultados a outro patamar. \u201cWrathchild\u201d se tornou praticamente eterna no setlist do Maiden e \u00e9 um desperd\u00edcio que, com o tempo, eles tenham deixado de tocar p\u00e9rolas como \u201cMurders in the Rue Morgue\u201d, a faixa-t\u00edtulo \u201cKillers\u201d e \u201cPurgatory\u201d, ainda que, reconhecidamente, Bruce Dickinson nunca as tenha interpretado com a mesma <span style=\"text-decoration: underline;\">f\u00faria<\/span> que o saudoso Di\u2019Anno.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"778\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/02-iron-maiden-killers.jpg\" width=\"778\"\/><\/p>\n<h3>1) The Number of the Beast (1982)<\/h3>\n<p>O Iron Maiden <span style=\"text-decoration: underline;\">evoluiu muito<\/span> enquanto banda conforme o desenrolar da d\u00e9cada de 1980. Ficou mais sofisticado, seja em conte\u00fado l\u00edrico, trabalho r\u00edtmico, explora\u00e7\u00e3o de melodias, performance vocal\u2026 mas h\u00e1 algo em <em>The Number of the Beast<\/em> que parece encapsular <span style=\"text-decoration: underline;\">tudo o que um disco de heavy metal precisa ter<\/span>. At\u00e9 os fillers \u201cInvaders\u201d (curiosamente a abertura da tracklist) e \u201cGangland\u201d s\u00e3o charmosos.<\/p>\n<p>O primeiro \u00e1lbum com Bruce Dickinson nos vocais equilibra a <span style=\"text-decoration: underline;\">inoc\u00eancia<\/span> dos anos iniciais com as <span style=\"text-decoration: underline;\">caracter\u00edsticas sofisticadas<\/span> que ainda seriam refor\u00e7adas nos trabalhos seguintes. Um hino quase radiof\u00f4nico como \u201cRun to the Hills\u201d divide espa\u00e7o com \u201cHallowed Be Thy Name\u201d, que, acusa\u00e7\u00e3o de pl\u00e1gio \u00e0 parte, segue como uma das can\u00e7\u00f5es de heavy metal <span style=\"text-decoration: underline;\">mais dram\u00e1ticas e sedutoras<\/span> de todos os tempos. O faro autoral de Adrian Smith, guitarrista que esteve fora do primeiro \u00e1lbum, come\u00e7ou a florescer de vez com a incr\u00edvel \u201cThe Prisoner\u201d e a quase hard rock \u201c22 Acacia Avenue\u201d. N\u00e3o d\u00e1 para cham\u00e1-la de balada, mas \u201cChildren of the Damned\u201d tem uma constru\u00e7\u00e3o mel\u00f3dica t\u00e3o forte que o pr\u00f3prio Maiden <span style=\"text-decoration: underline;\">usou e abusou<\/span> do formato no futuro.<\/p>\n<p>E tem at\u00e9 um ingrediente raro na trajet\u00f3ria do grupo, mas indispens\u00e1vel no rock and roll: <span style=\"text-decoration: underline;\">pol\u00eamica<\/span>, gerada pela faixa-t\u00edtulo \u201cThe Number of the Beast\u201d, mal interpretada pelo p\u00fablico americano a ponto de definirem os caras como satanistas e promoverem boicotes. S\u00f3 aumentou o interesse em torno deles. <span style=\"text-decoration: underline;\">Quer coisa mais legal do que isso<\/span>?<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"778\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/01-iron-maiden-the-number-of-the-beast.jpg\" width=\"778\"\/><\/p>\n<p><em><strong>*Men\u00e7\u00f5es honrosas a Iron Maiden (1980), Piece of Mind (1983 \u2014 a depender do humor, caberia neste top 5), Seventh Son of a Seventh Son (1988), Dance of Death (2003) e Senjutsu (2021).<\/strong><\/em><\/p>\n<h3><strong>Rolling Stone Brasil especial: Iron Maiden<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Iron Maiden na capa<\/strong>: a <strong><em>Rolling Stone Brasil<\/em><\/strong> lan\u00e7ou uma edi\u00e7\u00e3o de colecionador in\u00e9dita para os f\u00e3s da banda de heavy metal. Os maiores \u00e1lbuns, a lista dos shows no Brasil, o poder do merchadising do grupo e at\u00e9 um tour pelo avi\u00e3o da banda voc\u00ea confere no especial impresso, \u00e0 venda na <strong>Loja Perfil<\/strong>.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"924\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2024\/11\/whatsapp-image-2024-11-28-at-111827.jpeg\" width=\"773\"\/><figcaption>Rolling Stone Brasil especial: Iron Maiden<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: A curiosa raz\u00e3o que fez Rock in Rio 1985 ser o melhor, segundo Bruce Dickinson<br \/>+++ LEIA MAIS: As 6 melhores linhas de baixo de Steve Harris, segundo o pr\u00f3prio<br \/>+++ LEIA MAIS: Janick Gers explica por que se movimenta feito doido no palco<br \/><\/strong><strong>+++ Siga a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++ Siga o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/os-5-melhores-discos-do-iron-maiden-segundo-critico-da-rolling-stone\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Poucas bandas de rock e heavy metal mantiveram t\u00e3o bem a forma em \u00e1lbuns de est\u00fadio como o Iron Maiden. 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