{"id":16968,"date":"2025-05-01T02:06:11","date_gmt":"2025-05-01T05:06:11","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/rs-brasil-analisa-todas-as-musicas-do-album-mayhem-de-lady-gaga\/"},"modified":"2025-05-01T02:06:11","modified_gmt":"2025-05-01T05:06:11","slug":"rs-brasil-analisa-todas-as-musicas-do-album-mayhem-de-lady-gaga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/rs-brasil-analisa-todas-as-musicas-do-album-mayhem-de-lady-gaga\/","title":{"rendered":"RS Brasil analisa todas as m\u00fasicas do \u00e1lbum Mayhem, de Lady Gaga"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p><em><strong>Mayhem<\/strong><\/em> \u00e9 <strong>Lady Gaga<\/strong> em sua forma mais feroz e teatral \u2014 um mergulho nas sombras do pop, onde cada faixa \u00e9 uma faceta de sua persona em constante muta\u00e7\u00e3o. Entre batidas industriais, baladas et\u00e9reas e refr\u00f5es explosivos, o \u00e1lbum desafia, provoca e emociona. \u00c9 uma odisseia sonora que mistura arte e instinto, celebrando o excesso, a vulnerabilidade e a rebeldia com um brilho sombrio.<\/p>\n<p>Abaixo, leia os coment\u00e1rios de todas as can\u00e7\u00f5es do oitavo disco de est\u00fadio da cantora. A mat\u00e9ria est\u00e1 presente no novo especial impresso da <em><strong>Rolling Stone Brasil<\/strong><\/em> sobre <strong>Lady Gaga<\/strong>, que chegar\u00e1 \u00e0s bancas de jornal e tamb\u00e9m pode ser adquirida em pr\u00e9-venda na <strong>loja da Editora Perfil<\/strong>.<\/p>\n<h2>1. &#8220;Disease&#8221;<\/h2>\n<p>A abertura de <em><strong>Mayhem<\/strong><\/em> chega como um soco. \u201c<strong>Disease<\/strong>\u201d \u00e9 <strong>Gaga<\/strong> em exorcismo: um industrial-pop sombrio que flerta com Nine Inch Nails e o esp\u00edrito cru de <em><strong>Born This Way<\/strong><\/em>. A produ\u00e7\u00e3o \u00e9 densa, quase angustiante, com batidas met\u00e1licas que refor\u00e7am um clima claustrof\u00f3bico e inquietante. A letra fala sobre obsess\u00e3o e depend\u00eancia emocional como um v\u00edrus que corr\u00f3i de dentro para fora.<\/p>\n<p>\u00c9 imposs\u00edvel dissoci\u00e1-la do videoclipe, no qual <strong>Gaga<\/strong> encara diferentes vers\u00f5es de si \u2014 uma met\u00e1fora visual e sonora para o caos interno que permeia toda a faixa. Ela faz um retrato brutal de suas m\u00faltiplas facetas, sugerindo que \u201ccaos\u201d n\u00e3o \u00e9 apenas est\u00e9tico, mas o ponto de partida de uma jornada de autodescoberta. Uma <strong>Gaga<\/strong> desafiadora, quase animalesca, pronta para reiniciar sua narrativa com ferocidade.<\/p>\n<h2>2. &#8220;Abracadabra&#8221;<\/h2>\n<p>Com \u201c<strong>Abracadabra<\/strong>\u201d, <strong>Gaga<\/strong> mergulha no dark cabaret com um synthpop que \u00e9 puro espet\u00e1culo. A faixa soa como um feiti\u00e7o pop: mistura o nonsense l\u00edrico de \u201c<strong>Bad Romance<\/strong>\u201d, a teatralidade exuberante de <em><strong>Artpop<\/strong><\/em> e o ritmo pulsante de \u201c<strong>Born This Way<\/strong>\u201d em uma s\u00f3 po\u00e7\u00e3o m\u00e1gica. \u201c<em>Say my name and disappear<\/em>\u201d funciona tanto como encantamento quanto como amea\u00e7a \u2014 ela assume o papel de feiticeira e reescreve sua hist\u00f3ria com brilho, ironia e uma pitada de caos. \u00c9 uma volta \u00e0s ra\u00edzes, mas com a consci\u00eancia e o peso de quem j\u00e1 enfrentou muitas batalhas. \u201c<strong>Abracadabra<\/strong>\u201d n\u00e3o \u00e9 apenas pop perform\u00e1tico, \u00e9 <strong>Gaga<\/strong> em pleno dom\u00ednio de sua alquimia art\u00edstica.<\/p>\n<h2>3. &#8220;Garden of Eden&#8221;<\/h2>\n<p>Este \u00e9 um verdadeiro hino para quem sente saudades do toque clubber de \u201c<strong>Money Honey<\/strong>\u201d. \u201c<strong>Garden of Eden<\/strong>\u201d resgata a ess\u00eancia de <strong>Gaga<\/strong> sem soar repetitiva. A m\u00fasica tem produ\u00e7\u00e3o ecl\u00e9tica e mistura elementos que definiram sua carreira: sintetizadores e batidas pesadas da era <em><strong>The Fame Monster<\/strong><\/em>, o toque de <em><strong>Born This Way<\/strong><\/em> e o experimentalismo de <em><strong>Artpop<\/strong><\/em>. Mas ela vai al\u00e9m, com uma melodia inusitada que faz a faixa parecer um mix das v\u00e1rias \u201cGagas\u201d que conhecemos.<\/p>\n<h2>4. &#8220;Perfect Celebrity&#8221;<\/h2>\n<p>Com \u201c<strong>Perfect Celebrity<\/strong>\u201d, <strong>Gaga<\/strong> oferece uma reflex\u00e3o crua sobre a vida sob os holofotes. \u00c9 quase uma continua\u00e7\u00e3o espiritual de \u201c<strong>Paparazzi<\/strong>\u201d, s\u00f3 que mais amarga e autoconsciente \u2014 como se a personagem tivesse sobrevivido ao estrelato, mas n\u00e3o sem cicatrizes.<\/p>\n<p>O baixo pesado \u00e9 o pano de fundo perfeito para as letras afiadas que criticam a obsess\u00e3o pelo \u201cperfeito\u201d. \u00c9 uma pe\u00e7a \u00e1cida, que se encaixa com a cr\u00edtica do mundo moderno da mesma forma que \u201c<strong>Poker Face<\/strong>\u201d fez em sua \u00e9poca.<\/p>\n<h2>5. &#8220;Vanish Into You&#8221;<\/h2>\n<p>Essa faixa traz a vulnerabilidade de <strong>Gaga<\/strong> de forma mais et\u00e9rea e introspectiva. Inspirada<br \/>por artistas como <strong>David Bowie<\/strong>, \u201c<strong>Vanish Into You<\/strong>\u201d \u00e9 uma balada rom\u00e2ntica, mas com um toque experimental. A letra carrega uma carga emocional significativa, falando sobre a entrega incondicional no amor.<\/p>\n<h2>6. &#8220;Killah&#8221; (Ft. Gesaffelstein)<\/h2>\n<p>\u201c<strong>Killah<\/strong>\u201d \u00e9 pura combust\u00e3o \u2014 uma faixa que funde o funk sint\u00e9tico de <strong>Prince<\/strong>, o glamour alien\u00edgena de <strong>Bowie<\/strong> e a provoca\u00e7\u00e3o ca\u00f3tica de <strong>Marilyn Manson<\/strong>. Gaga surge aqui em sua vers\u00e3o mais incendi\u00e1ria, soltando vocais ferozes sobre uma base el\u00e9trica que pulsa com a assinatura sombria de <strong>Gesaffelstein<\/strong>. H\u00e1 ecos de \u201c<strong>Applause<\/strong>\u201d no pr\u00e9-refr\u00e3o, mas com uma maturidade e agressividade novas, como se cada palavra fosse uma facada sonora. O final da m\u00fasica com gritos, distor\u00e7\u00f5es, uma paulada na bateria e uma entrega quase animalesca transformam a faixa num cl\u00edmax teatral.<\/p>\n<h2>7. &#8220;Zombieboy&#8221;<\/h2>\n<p>\u201c<strong>Zombieboy<\/strong>\u201d \u00e9 onde o luto encontra o glitter. Uma homenagem velada a <strong>Rick Genest<\/strong>, o ic\u00f4nico <strong>Zombie Boy<\/strong> que estrelou o clipe de \u201c<strong>Born This Way<\/strong>\u201d, a faixa se constr\u00f3i como um synthpop melanc\u00f3lico, mas com energia pulsante. <strong>Gaga<\/strong> transforma o estranho em celebra\u00e7\u00e3o, costurando sintetizadores oitentistas com batidas aceleradas que flertam com o in\u00edcio dos anos 2000 \u2014 como se \u201c<strong>Hollaback Girl<\/strong>\u201d, de <strong>Gwen Stefani<\/strong>, passasse por um filtro g\u00f3tico e glam. A letra fala sobre aquele rol\u00ea que voc\u00ea sabe que vai terminar em ressaca, mas tudo bem, porque o importante \u00e9 se jogar.<\/p>\n<h2>8. &#8220;LoveDrug&#8221;<\/h2>\n<p>Essa m\u00fasica \u00e9 o elo perfeito entre as duas metades de <em><strong>Mayhem<\/strong><\/em>. Se a primeira parte do \u00e1lbum \u00e9 mais intensa e sombria, \u201c<strong>LoveDrug<\/strong>\u201d representa a transi\u00e7\u00e3o para um lugar mais suave e, ao mesmo tempo, emocionalmente complexo. Ela faz uma conex\u00e3o entre <em><strong>Artpop<\/strong><\/em> e <em><strong>Joanne<\/strong><\/em>, trazendo uma energia mais sedutora e introspectiva. Depend\u00eancia emocional volta a ser tema, mas de maneira mais controlada e introspectiva.<\/p>\n<h2>9. &#8220;How Bad Do U Want Me&#8221;<\/h2>\n<p>Com \u201c<strong>How Bad Do U Want Me<\/strong>\u201d, <strong>Gaga<\/strong> entrega sua vers\u00e3o mais felina \u2014 uma sedu\u00e7\u00e3o envolta<br \/>em mist\u00e9rio e desejo. A faixa \u00e9 lenta, venenosa e propositalmente hipn\u00f3tica, como se cada verso<br \/>fosse um convite para cair em sua armadilha. E como n\u00e3o lembrar aqui da sensualidade de<br \/>\u201c<strong>Sexxx Dreams<\/strong>\u201d, do complexo <em><strong>Artpop<\/strong><\/em>?<\/p>\n<h2>10. &#8220;Don\u2019t Call Tonight&#8221;<\/h2>\n<p>\u201c<strong>Don\u2019t Call Tonight<\/strong>\u201d traz um certo toque de familiaridade com \u201c<strong>Alejandro<\/strong>\u201d, tanto na estrutura de versos quanto no pr\u00e9-refr\u00e3o. No entanto, a m\u00fasica n\u00e3o consegue alcan\u00e7ar o mesmo impacto da faixa ic\u00f4nica de <em><strong>The Fame Monster<\/strong><\/em>. Ainda assim, destaca-se pela capacidade de criar tens\u00e3o e atrair o ouvinte para a hist\u00f3ria de um amor n\u00e3o correspondido e a sensa\u00e7\u00e3o de rejei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>11. &#8220;Shadow of a Man&#8221;<\/h2>\n<p>Uma virada energ\u00e9tica que resgata o brilho dan\u00e7ante dos anos 1980 com sintetizadores reluzentes,<br \/>guitarras afiadas e bateria marcada. Apesar do t\u00edtulo melanc\u00f3lico, a faixa tem uma pulsa\u00e7\u00e3o leve, quase solar, como se <strong>Gaga<\/strong> estivesse se libertando da sombra para dan\u00e7ar sob o neon. A est\u00e9tica visual aqui \u00e9 retrofuturista, com brilho met\u00e1lico e ombreiras afiadas.<\/p>\n<h2>12. &#8220;The Beast&#8221;<\/h2>\n<p>Com \u201c<strong>The Beast<\/strong>\u201d, <strong>Gaga<\/strong> se entrega \u00e0 intensidade de uma sonoridade sombria e industrial, criando um ambiente tenso e cheio de energia bruta. A faixa fala sobre a luta contra os pr\u00f3prios dem\u00f4nios. Suas palavras refletem o conflito entre o desejo de controle e a entrega ao caos.<\/p>\n<h2>13. &#8220;Blade of Grass&#8221;<\/h2>\n<p>Esta balada suave \u00e9 um respiro tranquilo no meio do turbilh\u00e3o emocional de <em><strong>Mayhem<\/strong><\/em>. \u201c<strong>Blade of Grass<\/strong>\u201d \u00e9 uma declara\u00e7\u00e3o de amor e vulnerabilidade, talvez um reflexo do seu atual relacionamento com o noivo, <strong>Michael Polansky<\/strong>. Ela canta sobre uma entrega gentil, uma reflex\u00e3o de algo que considera precioso, e a can\u00e7\u00e3o \u00e9 um al\u00edvio calmante, um momento de paz dentro do caos do \u00e1lbum. Por vezes, a faixa ecoa ares de trilha de algum filme do <strong><em>007<\/em><\/strong> e faz a transi\u00e7\u00e3o perfeita para \u201c<strong>Die With a Smile<\/strong>\u201d.<\/p>\n<h2>14. &#8220;Die With A Smile&#8221; (Ft. Bruno Mars)<\/h2>\n<p>Quando soubemos que \u201c<strong>Die With a Smile<\/strong>\u201d estaria em <em><strong>Mayhem<\/strong><\/em>, parecia que algo certo estava errado. Poderia ter 100 pessoas lendo este artigo e 99 n\u00e3o acreditariam que daria <strong>certo<\/strong>. \u00c9ramos parte desses 99. Especialmente ap\u00f3s sentir a energia ca\u00f3tica, pesada e industrial de \u201cDisease\u201d. Aquele videoclipe num cen\u00e1rio retr\u00f4 e country-western que n\u00e3o parecia combinar com uma era sa\u00edda de um trisal incr\u00edvel entre <strong>Trent Reznor<\/strong>, <strong>David Bowie <\/strong>e <strong>Prince<\/strong> ao som de \u201c<strong>Smalltown Boy<\/strong>\u201d, da <strong>Bronski Beat<\/strong>.<\/p>\n<p>Com um dueto suave e rom\u00e2ntico, no qual <strong>Gaga<\/strong> e <strong>Bruno Mars<\/strong> se destacam em uma performance vocal encantadora, a faixa \u00e9 o final perfeito. A melodia memor\u00e1vel e a qu\u00edmica entre os dois criam um contraste acolhedor ap\u00f3s a intensidade do restante do \u00e1lbum. Se o objetivo era oferecer uma conclus\u00e3o reconfortante, a miss\u00e3o foi cumprida. A ironia e o brilho d\u00e3o o tom final: \u201c<strong>Die With a Smile<\/strong>\u201d brinca com a ideia da morte como um cl\u00edmax perform\u00e1tico. A produ\u00e7\u00e3o cria uma atmosfera de nostalgia e decad\u00eancia.<\/p>\n<p>\u00c9 o final perfeito para <em><strong>Mayhem<\/strong><\/em>, misturando a leveza da conclus\u00e3o com a irrever\u00eancia e o esp\u00edrito perform\u00e1tico de <strong>Gaga<\/strong>. Aplausos.<\/p>\n<hr\/>\n<p class=\"text-muted\"><em>*Mat\u00e9ria publicada originalmente na edi\u00e7\u00e3o especial impressa da Rolling Stone Brasil sobre Lady Gaga. Veja mais informa\u00e7\u00f5es abaixo.<\/em><\/p>\n<hr\/>\n<h2>Especial impresso da <em>Rolling Stone Brasil\u00a0<\/em>sobre Lady Gaga<\/h2>\n<p>Para celebrar a vinda da <strong>Mother Monster<\/strong> para show gratuito na <strong>Praia de Copacabana<\/strong>, no Rio de Janeiro, no dia 3 de maio como parte do programa <em><strong>Todo Mundo no Rio<\/strong><\/em>, <em><strong>Rolling Stone Brasil<\/strong><\/em> produziu um especial impresso, que traz dossi\u00ea sobre a carreira de <strong>Lady Gaga<\/strong>, discografia comentada, manifesto sobre a nova era &#8211; de resili\u00eancia e caos &#8211; musical. Adquira na <strong>pr\u00e9-venda neste link<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>+++LEIA MAIS: Lady Gaga pede desculpas por falha no microfone em show no Coachella: &#8216;Pelo menos sabem que canto ao vivo&#8217;<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/faixa-a-faixa-rs-brasil-analisa-todas-as-musicas-do-album-mayhem-de-lady-gaga\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mayhem \u00e9 Lady Gaga em sua forma mais feroz e teatral \u2014 um mergulho nas sombras do pop, onde cada faixa \u00e9 uma faceta de sua persona em constante muta\u00e7\u00e3o. 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