{"id":14321,"date":"2025-04-20T19:47:44","date_gmt":"2025-04-20T22:47:44","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/o-show-mais-emocionante-do-monsters-of-rock-2025-segundo-critico-da-rs\/"},"modified":"2025-04-20T19:47:44","modified_gmt":"2025-04-20T22:47:44","slug":"o-show-mais-emocionante-do-monsters-of-rock-2025-segundo-critico-da-rs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/o-show-mais-emocionante-do-monsters-of-rock-2025-segundo-critico-da-rs\/","title":{"rendered":"O show mais emocionante do Monsters of Rock 2025, segundo cr\u00edtico da RS"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Sete grandes atra\u00e7\u00f5es compuseram o lineup do <strong>Monsters of Rock 2025<\/strong> no \u00faltimo s\u00e1bado, 19. Por\u00e9m, uma das bandas ofereceu a apresenta\u00e7\u00e3o que pode ser interpretada como a mais emocionante \u2014 n\u00e3o apenas pela performance em si, como tamb\u00e9m por todo o contexto envolvido.<\/p>\n<p>Trata-se do <strong>Savatage<\/strong>, que tocou ap\u00f3s <strong>Stratovarius<\/strong>, <strong>Opeth<\/strong> e <strong>Queensr\u00ffche<\/strong> e antecedeu <strong>Europe<\/strong>, <strong>Judas Priest<\/strong> e <strong>Scorpions<\/strong>. E n\u00e3o \u00e9 por uma quest\u00e3o de qualidade. Nada de &#8220;melhor&#8221; ou &#8220;pior&#8221;. Longe disso, j\u00e1 que ningu\u00e9m deixou a desejar.<\/p>\n<p>Mas pense: uma banda realiza sua \u00faltima turn\u00ea em 2002. O show derradeiro, em 2015. \u00a0Decide se reunir, enfim, para uma nova excurs\u00e3o. A primeira parada? O Brasil, por incr\u00edvel que pare\u00e7a. Esta \u00e9 a hist\u00f3ria do retorno do Savatage,\u00a0at\u00e9 ent\u00e3o considerado improv\u00e1vel devido aos recorrentes problemas de sa\u00fade do vocalista, tecladista e l\u00edder, <strong>Jon Oliva<\/strong>.<\/p>\n<p>De forma s\u00e1bia, Jon deu um passo atr\u00e1s e pediu para que os demais integrantes \u2014 <strong>Zak Stevens<\/strong> (voz), <strong>Al Pitrelli<\/strong> (guitarra), <strong>Chris Caffery<\/strong> (guitarra), <strong>Johnny Lee Middleton<\/strong> (baixo) e <strong>Jeff Plate<\/strong> (bateria) \u2014 excursionassem sem ele, com dois tecladistas: o colombiano <strong>Paulo Cuevas<\/strong> e o americano <strong>Shawn McNair<\/strong> (<em>informa\u00e7\u00e3o via site Igor Miranda<\/em>). Soou t\u00e3o certo que os f\u00e3s at\u00e9 se esqueceram do tempo perdido at\u00e9 que isso, enfim, ocorresse.<\/p>\n<p>N\u00e3o d\u00e1 para negar que o quinteto parecia desconfort\u00e1vel nas primeiras m\u00fasicas. Execu\u00e7\u00e3o perfeita, mas gestual de quem n\u00e3o tocava aquele repert\u00f3rio junto havia algum tempo. L\u00e1 para a metade do set, com <strong>\u201cChance\u201d<\/strong> e suas bandeiras no tel\u00e3o \u2014 tendo a do Brasil no final \u2014, todo esse receio havia passado de vez. O Savatage est\u00e1 de volta.<\/p>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: A opini\u00e3o da Rolling Stone Brasil sobre cada show do Monsters of Rock 2025<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><figcaption>Zak Stevens (Savatage) no Monsters of Rock 2025 &#8211; Foto: Fernando Moraes @fercruzmoraes<\/figcaption><\/figure>\n<p>Como o tempo era reduzido (aproximadamente uma hora), o grupo preparou um setlist que trouxe os principais cl\u00e1ssicos \u2014 como <strong>\u201cEdge of Thorns\u201d<\/strong>, <strong>\u201cJesus Saves\u201d<\/strong> e <strong>\u201cHall of the Mountain King\u201d<\/strong> \u2014 ao mesmo tempo em que p\u00f4s luz a can\u00e7\u00f5es gravadas j\u00e1 com Stevens nos vocais, oriundas dos \u00e1lbuns <em><strong>Handful of Rain<\/strong><\/em> (1994), <em><strong>Dead Winter Dead<\/strong><\/em> (1995) e <em><strong>The Wake of Magellan<\/strong><\/em> (1997). O heavy metal de tom progressivo e por vezes erudito cativou, emocionou e fez muita gente concluir o que j\u00e1 foi dito no par\u00e1grafo anterior: o Savatage est\u00e1, mesmo, de volta.<\/p>\n<p>Mas \u00e9 imposs\u00edvel deixar de destacar <strong>\u201cBelieve\u201d<\/strong>. A balada\u00e7a teve sua execu\u00e7\u00e3o inicial a partir de um v\u00eddeo com Jon Oliva cantando e tocando piano, antes da entrada ao vivo dos demais m\u00fasicos. Ao longo do solo, imagens do guitarrista <strong>Criss Oliva<\/strong>, falecido em 1993, surgiram no tel\u00e3o. Quem n\u00e3o ficou pelo menos com n\u00f3 na garganta, ou n\u00e3o conhece a hist\u00f3ria do grupo \u2014 o que est\u00e1 tudo bem \u2014, ou tem cora\u00e7\u00e3o de pedra.<\/p>\n<p>1. The Ocean<br \/>2. Welcome<br \/>3. Jesus Saves<br \/>4. The Wake of Magellan<br \/>5. Dead Winter Dead<br \/>6. Handful of Rain<br \/>7. Chance<br \/>8. Gutter Ballet<br \/>9. Edge of Thorns<br \/>10. Believe<br \/>11. Sirens<br \/>12. Hall of the Mountain King<\/p>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: A opini\u00e3o da Rolling Stone Brasil sobre cada show do Monsters of Rock 2025<br \/>+++ LEIA MAIS: Judas Priest no Brasil: Richie Faulkner fala \u00e0 RS sobre shows, setlist e futuro<br \/>+++ LEIA MAIS: Scorpions fala \u00e0 RS sobre shows no Brasil, Judas Priest, Mikkey Dee e cinebiografia<br \/>+++ LEIA MAIS: Europe: Joey Tempest fala \u00e0 RS sobre shows no Brasil, novo \u00e1lbum, filme e mudan\u00e7as<br \/>+++ LEIA MAIS: Savatage no Brasil: tr\u00eas membros contam \u00e0 RS tudo sobre os shows<br \/>+++ LEIA MAIS: Opeth no Brasil: Fredrik \u00c5kesson fala \u00e0 RS sobre shows, Ghost e disco solo<br \/>+++ LEIA MAIS: Outras entrevistas conduzidas pelo jornalista Igor Miranda para a Rolling Stone Brasil<br \/>+++ Siga a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++ Siga o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/o-show-mais-emocionante-do-monsters-of-rock-2025-segundo-critico-da-rs\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sete grandes atra\u00e7\u00f5es compuseram o lineup do Monsters of Rock 2025 no \u00faltimo s\u00e1bado, 19. 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