{"id":12574,"date":"2025-04-14T09:06:07","date_gmt":"2025-04-14T12:06:07","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/fredrik-akesson-fala-a-rs-sobre-shows-ghost-e-disco-solo\/"},"modified":"2025-04-14T09:06:07","modified_gmt":"2025-04-14T12:06:07","slug":"fredrik-akesson-fala-a-rs-sobre-shows-ghost-e-disco-solo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/fredrik-akesson-fala-a-rs-sobre-shows-ghost-e-disco-solo\/","title":{"rendered":"Fredrik \u00c5kesson fala \u00e0 RS sobre shows, Ghost e disco solo"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>No pr\u00f3ximo s\u00e1bado, 19, o <strong>Opeth<\/strong> se apresentar\u00e1 pela primeira vez na edi\u00e7\u00e3o nacional do <strong>Monsters of Rock<\/strong>, mas <strong>Fredrik \u00c5kesson<\/strong> j\u00e1 subiu no palco do festival. Aconteceu em 2023, quando o guitarrista foi chamado para ocupar temporariamente a vaga do ausente <strong>Lars Johansson<\/strong> no <strong>Candlemass<\/strong> \u2014 banda que j\u00e1 era substituta naquela ocasi\u00e3o, tendo entrado no lugar do <strong>Saxon<\/strong>.<\/p>\n<p><em>\u201c\u00c9 incr\u00edvel que eu tamb\u00e9m possa vivenciar isso com o Opeth tamb\u00e9m, pois foi um dos maiores shows que toquei\u201d<\/em>, conta \u00c5kesson, em entrevista \u00e0 <strong>Rolling Stone Brasil<\/strong>, sem deixar de destacar o desafio ao substituir Johansson naquela ocasi\u00e3o:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cTive que treinar as m\u00fasicas por um m\u00eas e aprender os solos em detalhes, pois queria fazer justi\u00e7a e eles. Tenho falado com o pessoal do Opeth sobre a arena enorme, j\u00e1 que eles n\u00e3o conhecem. Lembro que passamos o som \u00e0s 4 da manh\u00e3!\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>A arena em quest\u00e3o \u00e9 o <strong>Allianz Parque<\/strong>, est\u00e1dio em <strong>S\u00e3o Paulo<\/strong> que, como em 2023, recebe o festival, agora em sua edi\u00e7\u00e3o de 30 anos. <strong>Scorpions<\/strong>, <strong>Judas Priest<\/strong>, <strong>Europe<\/strong>, <strong>Savatage<\/strong>, <strong>Queensr\u00ffche<\/strong> e <strong>Stratovarius<\/strong> completam o lineup do evento. Paralelamente, o Opeth ainda abre um show \u00e0 parte do <strong>Savatage<\/strong> no <strong>Espa\u00e7o Unimed<\/strong>, na capital paulista, dois dias depois. Ingressos para ambos os compromissos est\u00e3o \u00e0 venda no site <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Eventim<\/strong><\/span>.<\/p>\n<p>Ter tocado anteriormente com o Candlemass no evento \u00e9 um dos motivos que podem fazer \u00c5kesson sentir-se confort\u00e1vel no Monsters of Rock. Outra raz\u00e3o \u00e9 a forte presen\u00e7a de escandinavos no lineup desta vez: Opeth e Europe s\u00e3o suecos e o Stratovarius, finland\u00eas. Ali\u00e1s, das sete atra\u00e7\u00f5es, cinco v\u00eam da Europa; somente Savatage e Queensr\u00ffche t\u00eam origem americana.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, a sonoridade do Opeth pode destoar dos demais. \u00c9 o \u00fanico grupo da escala\u00e7\u00e3o a fazer uso de vocais guturais \u2014 cada vez mais raros nos trabalhos recentes, embora o \u00faltimo \u00e1lbum <em><strong>The Last Will and Testament<\/strong><\/em> (2024) retome o estilo \u2014 e a flertar com o death metal, embebido em ra\u00edzes progressivas que tamb\u00e9m saltam mais aos ouvidos nos discos dos \u00faltimos anos.<\/p>\n<figure class=\"image\"><figcaption>Opeth em 2024 &#8211; Foto: Terhi Ylim\u00e4inen<\/figcaption><\/figure>\n<p>Ciente do perfil do evento, Fredrik adianta: o repert\u00f3rio do quinteto completo por <strong>Mikael \u00c5kerfeldt<\/strong> (voz e guitarra), <strong>Mart\u00edn M\u00e9ndez<\/strong> (baixo), <strong>Joakim Svalberg<\/strong> (teclados) e <strong>Waltteri V\u00e4yrynen<\/strong> (bateria) deve ser mais abrangente que o habitual. Ele reflete:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cDeve ter muita gente que n\u00e3o nos viu antes, ent\u00e3o \u00e9 importante escolher o tipo certo de setlist. Daremos muito foco ao novo \u00e1lbum, mas tocaremos muitas m\u00fasicas que n\u00e3o entraram da \u00faltima vez no nosso show como headliner em S\u00e3o Paulo [em fevereiro de 2023].\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<h3>Brasil, \u00e1lbum e&#8230; pr\u00eamio!<\/h3>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o com o Brasil, diga-se, \u00e9 curiosa. O Opeth j\u00e1 veio cinco vezes ao pa\u00eds, mas at\u00e9 hoje s\u00f3 tocou em S\u00e3o Paulo. Ap\u00f3s a estreia no Santana Hall, tocou tr\u00eas vezes na mesma casa, Carioca Club, com capacidade para pouco mais de mil pessoas. Seria o destino da passagem mais recente, mas a procura por ingressos foi tamanha que a produtora <span style=\"text-decoration: underline;\">deslocou o evento para o Terra<\/span>, que comporta entre tr\u00eas e quatro mil f\u00e3s. Um upgrade e tanto.<\/p>\n<p>\u00c5kesson, ali\u00e1s, \u00e9 s\u00f3 elogios ao p\u00fablico n\u00e3o apenas do Brasil, mas da Am\u00e9rica do Sul como um todo. <em>\u201cA plateia sul-americana \u00e9 a melhor do mundo. \u00c9 a mais intensa. N\u00e3o estou palpitando; \u00e9 a verdade\u201d<\/em>, afaga, logo ap\u00f3s refletir sobre a boa recep\u00e7\u00e3o de <em><strong>The Last Will and Testament<\/strong><\/em>:\u00a0<em>\u201cTemos come\u00e7ado os shows com a m\u00fasica <strong>\u2018\u00a71\u2019<\/strong>, que \u00e9 bem pesada e as pessoas adoram. N\u00e3o \u00e9 como se estivessem esperando pelas m\u00fasicas antigas \u2014 o que provavelmente tamb\u00e9m est\u00e3o. E as novas s\u00e3o muito divertidas de se tocar. S\u00e3o diferentes, intensas e cheias de a\u00e7\u00e3o\u201d<\/em>, afirma o guitarrista sobre o disco, que chegou ao quarto lugar da parada sueca e no top 10 de outros sete pa\u00edses europeus, incluindo Alemanha e \u00c1ustria.<\/p>\n<p>Outra prova deste sucesso veio em mar\u00e7o \u00faltimo, quando <em><strong>The Last Will and Testament<\/strong><\/em> tamb\u00e9m foi premiado com um Grammis (o Grammy sueco), na categoria de hard rock\/metal. Foi a segunda vit\u00f3ria do Opeth, mas a primeira com Fredrik, pois, em 2003, quando <em><strong>Deliverance<\/strong><\/em> (2002) recebeu o mesmo trof\u00e9u, o guitarrista ainda n\u00e3o fazia parte da forma\u00e7\u00e3o. Ao mesmo tempo, um disco gravado por ele se viu campe\u00e3o em 2023: <em><strong>Impera<\/strong><\/em>, quinto registro de est\u00fadio do <strong>Ghost<\/strong>, projeto que o mant\u00e9m apenas como m\u00fasico de est\u00fadio.<\/p>\n<p>Dono de fala mansa e personalidade relativamente reservada, \u00c5kesson admite que \u00e9 meio esquisito ir a premia\u00e7\u00f5es do tipo. <em>\u201cVoc\u00ea tem que beber algumas cervejas para entrar no clima\u201d<\/em>, diz, antes de confessar, tamb\u00e9m, o nervosismo envolvido:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cQuando chamam seu nome, d\u00e1 para sentir a press\u00e3o arterial subir um pouco. De toda forma, estamos muito felizes. Mikael, M\u00e9ndez e eu j\u00e1 t\u00ednhamos estado l\u00e1 outras quatro vezes com \u00e1lbuns anteriores. A\u00ed ouvimos: \u2018e o vencedor deste ano \u00e9&#8230; <strong>In Flames<\/strong>\u2019. Ok, tudo bem, parab\u00e9ns para eles. Ano passado, por exemplo, nem fomos, porque pensamos: \u2018ah, n\u00e3o vamos ganhar mesmo, vamos pular essa premia\u00e7\u00e3o\u2019. Desta vez, foi especial.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Fredrik \u00c5kesson em 2025\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/04\/fredrik-akesson-opeth-2025-foto-frank-hoensch-redferns.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Fredrik \u00c5kesson em 2025 &#8211; Foto: Frank Hoensch \/ Redferns<\/figcaption><\/figure>\n<p>De volta ao Brasil, mas ainda a respeito do novo \u00e1lbum, h\u00e1 uma quest\u00e3o inevit\u00e1vel: ser\u00e1 que <strong>Joey Tempest<\/strong> vai participar do show do Opeth? O vocalista do Europe, normalmente arredio a colabora\u00e7\u00f5es, aceitou cantar em <strong>\u201c\u00a72\u201d<\/strong>, uma das faixas de <em><strong>The Last Will and Testament<\/strong><\/em> \u2014 <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">\u00e0 Rolling Stone Brasil<\/span><\/strong>, ele admitiu ter adorado a experi\u00eancia e ser f\u00e3 dos colegas suecos. A pergunta, devidamente feita para Fredrik, recebeu uma resposta ligeiramente decepcionante. <em>\u201cTemo que agora n\u00e3o estejamos tocando essa m\u00fasica\u201d, diz. \u201cPreciso revelar para que ningu\u00e9m fique desapontado. Tivemos Ian Anderson (Jethro Tull) participando ao mesmo tempo que Joey, ent\u00e3o seria meio errado n\u00e3o ter os dois. Nessa faixa em particular, a <strong>\u2018\u00a72\u2019<\/strong>, eles fazem tipo um \u2018falar e responder\u2019. Ent\u00e3o estamos sem um cara. Mas eu n\u00e3o me importaria em toc\u00e1-la, ele \u00e9 fant\u00e1stico, fez uma \u00f3tima participa\u00e7\u00e3o. Quem sabe? Talvez tenhamos tempo para ensaiar. Temos que fazer isso r\u00e1pido\u201d<\/em>, completa, quase que mudando de ideia conforme o desenrolar de sua fala.<\/p>\n<h3><strong>Novo \u00e1lbum solo e Ghost<\/strong><\/h3>\n<p>O Opeth \u00e9 apenas um cap\u00edtulo \u2014 extenso e relevante \u2014 na trajet\u00f3ria de Fredrik \u00c5kesson, que se juntou \u00e0 banda em maio de 2007, quando j\u00e1 estava com 34 anos, na vaga deixada por <strong>Peter Lindgren<\/strong>. Aos 19, em 1992, impressionou o saudoso baixista <strong>Marcel Jacob<\/strong> durante uma audi\u00e7\u00e3o para entrar no <strong>Talisman<\/strong>, seu supergrupo que ainda trazia <strong>Jeff Scott Soto<\/strong> (<strong>Yngwie Malmsteen<\/strong>, futuro <strong>Journey<\/strong>, etc) nos vocais. Envolveu-se ainda com <strong>Arch Enemy<\/strong>, <strong>Shock Tilt<\/strong>, <strong>Southpaw<\/strong> e <strong>Clockwise<\/strong> antes de se juntar a Mikael \u00c5kerfeldt e companhia.<\/p>\n<p>Mesmo como membro do grupo, tocou com <strong>Ghost<\/strong>, <strong>Krux<\/strong> (projeto de <strong>Leif Edling<\/strong> que levou \u00c5kesson \u00e0quela participa\u00e7\u00e3o com o Candlemass no Brasil), <strong>John Norum<\/strong>, <strong>Biff Byford<\/strong> (cantor do Saxon, banda a quem o Candlemass substituiu no Monsters of Rock 2023), entre outros. Por isso, at\u00e9 demorou para que o guitarrista come\u00e7asse a trabalhar em um \u00e1lbum solo, mas chegou o momento. Sabe-se que o j\u00e1 mencionado Byford assumir\u00e1 os vocais de uma das faixas.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o h\u00e1 data de lan\u00e7amento e \u00c5kesson confessa que n\u00e3o era nem para ele estar falando sobre isso. Mesmo assim, d\u00e1 algumas informa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cN\u00e3o sei quem vazou isso para a imprensa; Mikael falou sobre isso em alguma entrevista, ent\u00e3o um jornalista me perguntou e meio que espalhou. De toda forma, \u00e9 dif\u00edcil trabalhar nisso agora, porque fazemos muitas turn\u00eas com o Opeth, mas tenho algumas janelas de tempo. Preciso compor pelo menos outras seis m\u00fasicas e tenho muitas ideias. Pelo menos tr\u00eas m\u00fasicas est\u00e3o prontas. Duas m\u00fasicas est\u00e3o mixadas e masterizadas. S\u00e3o instrumentais, com muitos e muitos solos de guitarra.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Mesmo em um curr\u00edculo t\u00e3o extenso e pesado, ainda surpreende pensar que \u00c5kesson \u00e9 guitarrista de est\u00fadio do <strong>Ghost<\/strong>. O projeto criado pelo vocalista e multi-instrumentista <strong>Tobias Forge<\/strong> era de fato uma banda no in\u00edcio, com integrantes recorrentes \u2014 e an\u00f4nimos \u2014 nos \u00e1lbuns e turn\u00eas. Todavia, no meio da \u00faltima d\u00e9cada, os demais m\u00fasicos romperam com Forge e moveram um processo contra ele. O frontman, que enfim teve sua identidade revelada em documentos judiciais, passou ent\u00e3o a contar com m\u00fasicos distintos nas grava\u00e7\u00f5es e nas apresenta\u00e7\u00f5es ao vivo. Fredrik \u00e9 um deles.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Ghost no clipe de \" satanized=\"\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/03\/ghost-2025-satanized-foto-reproducao-youtube.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Ghost no clipe de &#8220;Satanized&#8221; &#8211; Foto: reprodu\u00e7\u00e3o \/ YouTube<\/figcaption><\/figure>\n<p>O m\u00fasico se envolveu com Impera, \u00e1lbum de 2022; <em><strong>Phantomime<\/strong><\/em>, EP de covers de 2023; e <em><strong>Skelet\u00e1<\/strong><\/em>, disco a ser disponibilizado no pr\u00f3ximo dia 25 de abril. A respeito do trabalho mais recente, \u00c5kesson conta ter gravado sete m\u00fasicas, inclusive os solos de seis delas. Ele comenta:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cTobias est\u00e1 tocando mais um pouco de guitarra neste \u00e1lbum. Acho que ele queria fazer isso porque tocou em todos os \u00e1lbuns at\u00e9 <strong>Prequelle<\/strong> (2018, anterior a <strong>Impera<\/strong>), mas em Impera eu toquei praticamente todas as guitarras, tanto a principal quanto a r\u00edtmica. Muito trabalho. Fiquei no est\u00fadio por 10 horas por dia durante seis semanas. E ent\u00e3o fizemos <strong>Phantomime<\/strong>, o EP cover, que foi muito divertido. J\u00e1 neste novo, s\u00f3 toco solos.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>E como \u00e9 trabalhar com o misterioso Tobias Forge? <em>\u201c\u00c9 \u00f3timo e \u00e9 diferente do Opeth, mas fico feliz por ser convidado\u201d<\/em>, responde inicialmente Fredrik, antes de emendar:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cTobias \u00e9 um grande amigo e eu o admiro como l\u00edder de banda e compositor. Ao estar em est\u00fadio com ele, n\u00e3o consigo preparar nada. Tive que inventar tudo na hora e tamb\u00e9m produzir. Tobias pode ter algum tipo de desejo, como \u2018voc\u00ea pode fazer esse tipo de melodia?\u2019. Fazemos um \u2018brainstorm\u2019 at\u00e9 percebermos que temos um solo. Em <strong>Impera<\/strong>, ele trabalhava com outro produtor, ent\u00e3o havia ideias diferentes surgindo. No EP, tive mais liberdade. Em <strong>Skelet\u00e1<\/strong>, tamb\u00e9m foi solto, embora eu n\u00e3o toque tanto como toquei no \u00e1lbum anterior.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p><em><strong>*O Opeth se apresenta no festival Monsters of Rock, no Allianz Parque, em S\u00e3o Paulo, no dia 19 de abril. Dois dias depois, abre para o Savatage no Espa\u00e7o Unimed, na mesma cidade. Ingressos est\u00e3o \u00e0 venda no site Eventim.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: Judas Priest no Brasil: Richie Faulkner fala \u00e0 RS sobre shows, setlist e futuro<br \/>+++ LEIA MAIS: Scorpions fala \u00e0 RS sobre shows no Brasil, Judas Priest, Mikkey Dee e cinebiografia<br \/>+++ LEIA MAIS: Europe: Joey Tempest fala \u00e0 RS sobre shows no Brasil, novo \u00e1lbum, filme e mudan\u00e7as<br \/>+++ LEIA MAIS: Smith\/Kotzen: Richie Kotzen fala \u00e0 RS sobre 2\u00ba \u00e1lbum com Adrian Smith, m\u00fasicos brasileiros e mais<br \/>+++ LEIA MAIS: Beat no Brasil: Adrian Belew fala \u00e0 RS sobre show, supergrupo e King Crimson dos anos 80<br \/>+++ LEIA MAIS: Steven Wilson fala \u00e0 RS sobre The Overview, insignific\u00e2ncia humana, prog e Brasil<br \/>+++ LEIA MAIS: Outras entrevistas conduzidas pelo jornalista Igor Miranda para a Rolling Stone Brasil<br \/>+++ Siga a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++ Siga o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/opeth-no-brasil-fredrik-akesson-fala-a-rs-sobre-shows-ghost-e-disco-solo\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No pr\u00f3ximo s\u00e1bado, 19, o Opeth se apresentar\u00e1 pela primeira vez na edi\u00e7\u00e3o nacional do Monsters of Rock, mas Fredrik \u00c5kesson j\u00e1 subiu no palco do festival. 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