{"id":10169,"date":"2025-04-04T09:38:04","date_gmt":"2025-04-04T12:38:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.mussicom.com\/richie-kotzen-fala-a-rs-sobre-2o-album-com-adrian-smith-musicos-brasileiros-e-mais\/"},"modified":"2025-04-04T09:38:04","modified_gmt":"2025-04-04T12:38:04","slug":"richie-kotzen-fala-a-rs-sobre-2o-album-com-adrian-smith-musicos-brasileiros-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/richie-kotzen-fala-a-rs-sobre-2o-album-com-adrian-smith-musicos-brasileiros-e-mais\/","title":{"rendered":"Richie Kotzen fala \u00e0 RS sobre 2\u00ba \u00e1lbum com Adrian Smith, m\u00fasicos brasileiros e mais"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p><strong>Richie Kotzen<\/strong> admite: sequer considerava que teria a chance de gravar um \u00e1lbum com <strong>Adrian Smith<\/strong>. Os dois guitarristas, juntos no <strong>Smith\/Kotzen<\/strong>, formaram uma improv\u00e1vel amizade por morarem pr\u00f3ximos, em Los Angeles, nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>O primeiro, americano de 55 anos, se destacou como um virtuoso do instrumento no fim dos anos 1980, entrou para bandas como <strong>Poison<\/strong> e <strong>Mr. Big<\/strong> nas d\u00e9cadas seguintes, esteve no comando do <strong>The Winery Dogs<\/strong> e lan\u00e7ou dezenas (!) de \u00e1lbuns solo. O segundo, ingl\u00eas de 68, \u00e9 integrante do <strong>Iron Maiden<\/strong> e um dos nomes mais celebrados da hist\u00f3ria do heavy metal.<\/p>\n<p>A jun\u00e7\u00e3o rendeu n\u00e3o apenas um \u00e1lbum, como dois. Quatro anos ap\u00f3s a estreia hom\u00f4nima, o duo se une para lan\u00e7ar <em><strong>Black Light\/White Noise<\/strong><\/em>, que chega nesta sexta-feira, 4, \u00e0s plataformas de streaming. Em entrevista \u00e0 <strong>Rolling Stone Brasil<\/strong>, Richie destaca: <em>\u201cEst\u00e1vamos felizes com o primeiro \u00e1lbum. Nunca pensei que estar\u00edamos na posi\u00e7\u00e3o de fazer um disco. E agora, estamos aqui com o segundo, ent\u00e3o estou muito feliz\u201d<\/em>.<\/p>\n<p>Este segundo trabalho segue as diretrizes do primeiro, no sentido de soar bastante inclinado ao rock cl\u00e1ssico e blues rock da d\u00e9cada de 1970. Tamb\u00e9m repete o m\u00e9todo: os guitarristas tamb\u00e9m assumem vocais e a maior parte do baixo e da bateria. Quando n\u00e3o est\u00e3o a cargo dos dois \u00faltimos instrumentos, contam com brasileiros: <strong>Julia Lage<\/strong>, esposa de Richie, nas quatro cordas; <strong>Bruno Valverde<\/strong>, membro do <strong>Angra<\/strong>, com as baquetas em m\u00e3os. Lage e Valverde tamb\u00e9m integram a banda de apoio do duo nos raros shows realizados at\u00e9 agora.<\/p>\n<p>Neste bate-papo, Richie Kotzen discute a parceria com Adrian Smith em camadas distintas: processo de cria\u00e7\u00e3o, orienta\u00e7\u00e3o sonora e destaques do repert\u00f3rio de <em><strong>Black Light\/White Noise<\/strong><\/em>. Tamb\u00e9m conta um pouco sobre seus planos solo e fala rapidamente sobre The Winery Dogs, projeto com <strong>Billy Sheehan<\/strong> (baixo, Mr. Big) e <strong>Mike Portnoy<\/strong> (bateria, <strong>Dream Theater<\/strong>) atualmente em estado de hiberna\u00e7\u00e3o. Confira!<\/p>\n<h3>O novo \u00e1lbum e o contexto da parceria<\/h3>\n<p><strong>Rolling Stone Brasil: Voc\u00ea j\u00e1 lan\u00e7ou muitos \u00e1lbuns, especialmente como artista solo. Mas h\u00e1 um sentimento diferente quando \u00e9 um \u00e1lbum com uma banda ou uma colabora\u00e7\u00e3o como essa?<\/strong><br \/><strong>Richie Kotzen:<\/strong><em>\u201c\u00c9 diferente. Um \u00e1lbum solo \u00e9 mais pessoal e eu fa\u00e7o \u00e1lbuns solo desde 1989, \u00e9 natural para mim. Mas as colabora\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m s\u00e3o \u00f3timas. Acho que, com este \u00e1lbum, Adrian e eu realmente tivemos algumas conex\u00f5es incr\u00edveis na troca de solos de guitarra e na nossa afinidade musical. Nos conectamos com o blues rock do in\u00edcio dos anos 1970, mas seguimos caminhos diferentes. Tenho uma certa influ\u00eancia de jazz fusion que ele n\u00e3o tem muito, assim como ele tem influ\u00eancias que eu n\u00e3o tenho. Isso traz uma variedade ao som.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>RS: Quando conversamos em 2021, perto da \u00e9poca do primeiro \u00e1lbum, voc\u00ea me disse que trabalhar com o Adrian era uma das coisas mais legais que voc\u00ea j\u00e1 tinha feito em toda a carreira. Voc\u00ea estava esperando lan\u00e7ar um segundo \u00e1lbum ou pensava em uma colabora\u00e7\u00e3o \u00fanica?<\/strong><br \/><strong>RK:<\/strong><em>\u201cCostumo apenas permanecer no momento em que estou. Inicialmente, a ideia era fazer um \u00e1lbum com Adrian do qual gost\u00e1ssemos. Quer\u00edamos fazer turn\u00ea, mas na \u00e9poca n\u00e3o foi poss\u00edvel por causa da pandemia. Depois, nos reunimos, criamos algumas coisas e, de repente, t\u00ednhamos ideias de m\u00fasicas. Tudo aconteceu de forma espont\u00e2nea.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>RS Sei que voc\u00ea e Adrian compartilham algumas influ\u00eancias, como voc\u00ea mencionou antes, como bandas de hard rock dos anos 1970. Mas voc\u00eas v\u00eam de origens diferentes, como tamb\u00e9m mencionou antes, al\u00e9m de pa\u00edses diferentes, culturas diferentes e, especialmente, carreiras distintas, j\u00e1 que ele tem uma forte conex\u00e3o com uma banda, enquanto voc\u00ea desenvolveu uma longa carreira solo, com bandas entrando ocasionalmente na sua trajet\u00f3ria. Com essas diferen\u00e7as, o que voc\u00ea acha que fez sua parceria com ele funcionar t\u00e3o bem?<\/strong><br \/><strong>RK:<\/strong><em>\u201c\u00c9 interessante. Acredito que aplicarmos a mesma abordagem dos meus \u00e1lbuns solo quando trabalhamos juntos, como na composi\u00e7\u00e3o ou na grava\u00e7\u00e3o. O est\u00fadio j\u00e1 est\u00e1 todo configurado e pronto para gravar qualquer instrumento, seja bateria, guitarra ou vocal. Isso permite que, a qualquer momento, possamos alternar entre os instrumentos e gravar de forma cont\u00ednua. Isso significa que, nesta semana, eu posso ter uma m\u00fasica quase finalizada, mas depois pensar: \u2018Ah, n\u00e3o gostei muito da virada de bateria no segundo verso\u2019. E a\u00ed, uma semana depois, posso voltar e mudar isso.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>RS: Na maioria dos seus \u00e1lbuns, e mesmo quando trabalhou com bandas, essa ideia sonora \u00e9 mais solta. Voc\u00ea n\u00e3o se preocupa muito com g\u00eaneros, como soar exatamente como blues rock, hard rock ou jazz fusion. Mas este \u00e1lbum, assim como o anterior, tem uma dire\u00e7\u00e3o mais espec\u00edfica. Foi desafiador ter que se encaixar nessa sonoridade de hard rock cl\u00e1ssico com influ\u00eancia de blues?<\/strong><br \/><strong>RK:<\/strong><em>\u201cVoc\u00ea levantou um bom ponto. Na verdade, n\u00e3o foi desafiador, porque essas foram as m\u00fasicas que criamos. Quando voc\u00ea \u00e9 uma pessoa s\u00f3, voc\u00ea tem muitas ideias, ent\u00e3o grava e junta tudo. Nesta situa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o criamos nada que n\u00e3o esteja no estilo que voc\u00ea acabou de descrever. Nunca paramos para dizer: \u2018ah, precisamos manter isso nessa dire\u00e7\u00e3o\u2019. Acontece que o que compomos simplesmente segue esse caminho. \u00c9 um fen\u00f4meno muito interessante, mas n\u00e3o h\u00e1 um esfor\u00e7o consciente.\u201d<\/em><\/p>\n<h3>Conversando sobre o(s) parceiro(s)<\/h3>\n<p><strong>RS: E como voc\u00ea descreveria o estilo do Adrian como guitarrista, seja na cria\u00e7\u00e3o de riffs ou solos? N\u00f3s, f\u00e3s, temos uma ideia pr\u00e9-concebida sobre ele como guitarrista por causa do Iron Maiden, mas quero saber a sua perspectiva, j\u00e1 que p\u00f4de trabalhar de perto com ele.<\/strong><br \/><strong>RK:<\/strong><em>\u201cEle \u00e9 exatamente o que voc\u00ea imagina: muito mel\u00f3dico, muito ligado ao blues, tem alma e est\u00e1 completamente conectado ao que faz. N\u00e3o \u00e9 um mist\u00e9rio. Verbalizar isso \u00e9 muito mais dif\u00edcil do que ouvir o m\u00fasico, mas eu diria que ele \u00e9 um guitarrista muito cheio de alma e muito mel\u00f3dico.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>RS: E quanto aos vocais do Adrian? Sei que ele n\u00e3o \u00e9 um cantor de primeira viagem, \u00e9 claro, mas esse \u00e9 um lado que muitos f\u00e3s ainda n\u00e3o conhecem t\u00e3o bem. Como \u00e9 trabalhar com esse lado dele como cantor?<\/strong><br \/><strong>RK:<\/strong><em>\u201cEle \u00e9 um \u00f3timo cantor no sentido de ter um \u00f3timo timbre de voz. Isso \u00e9 algo dif\u00edcil de ensinar: voc\u00ea tem ou n\u00e3o tem. E ele tem um timbre muito natural e cativante na voz. Acho isso muito importante. Al\u00e9m disso, assim como na guitarra, h\u00e1 um elemento de alma na voz dele que transparece.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>RS: Como se deu a participa\u00e7\u00e3o de Julia Lage, sua esposa, neste \u00e1lbum? Sei que ela tocou em \u201cWhite Noise\u201d e em outras quatro faixas, pelo menos de acordo com o comunicado \u00e0 imprensa.<\/strong><br \/><strong>RK:<\/strong><em>\u201cN\u00e3o me lembro das outras m\u00fasicas, mas realmente s\u00e3o cinco e ela \u00e9 uma \u00f3tima baixista, acrescenta \u00e0 equa\u00e7\u00e3o. Havia algumas m\u00fasicas nas quais eu ou o Adrian tinha feito o baixo como guia, mas quis uma personalidade diferente, ent\u00e3o pedi para ela tocar. Ela acrescentou uma dimens\u00e3o \u00e0 m\u00fasica. Al\u00e9m disso, ela \u00e9 uma \u00f3tima cantora e uma excelente compositora. Ao vivo, ela \u00e9 a baixista dos shows e realmente agrega muito. E, claro, somos casados, o que adiciona um outro elemento \u00e0 din\u00e2mica. Fico muito feliz por t\u00ea-la envolvida no projeto.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>RS: Tamb\u00e9m preciso perguntar sobre outro brasileiro, Bruno Valverde. Ele est\u00e1 nos videoclipes de \u201cWhite Noise\u201d e \u201cBlack Light\u201d, mas ele realmente toca em alguma faixa do \u00e1lbum?<\/strong><br \/><strong>RK:<\/strong><em>\u201cCuriosamente, sou eu quem toco bateria em <strong>\u201cWhite Noise\u201d<\/strong> e <strong>\u201cBlack Light\u201d<\/strong>, mas ele est\u00e1 no v\u00eddeo. No \u00e1lbum, ele toca nas m\u00fasicas <strong>\u201cDark Side\u201d<\/strong> e <strong>\u201cWraith\u201d<\/strong>. E, assim como a Julia, ele \u00e9 nosso baterista ao vivo. Ao vivo ele \u00e9 um baterista incr\u00edvel. Temos essa esp\u00e9cie de se\u00e7\u00e3o r\u00edtmica brasileira, o que acho muito legal.\u201d<\/em><\/p>\n<h3>Pr\u00f3ximos planos: Smith\/Kotzen, solo e The Winery Dogs<\/h3>\n<p><strong>RS: Voc\u00ea disse que n\u00e3o h\u00e1 planos para tocar ao vivo com o Adrian este ano, embora voc\u00ea e o Maiden n\u00e3o tenham shows anunciados para os \u00faltimos meses de 2025. H\u00e1 algum motivo?<\/strong><br \/><strong>RK:<\/strong><em>\u201cAgenda. Estamos tentando agendar para tocar no pr\u00f3ximo ano. Acho que seria \u00f3timo, mas este ano temos compromissos pr\u00e9vios. Gostaria de tocar mais ao vivo, mas acho que isso est\u00e1 mais para frente.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>RS: Voc\u00ea tem alguns shows solo agendados nos Estados Unidos e no Jap\u00e3o entre maio e junho, mas h\u00e1 outros planos de turn\u00ea, certo?<\/strong><br \/><strong>RK:<\/strong><em>\u201cSim, ter\u00e1 uma grande turn\u00ea na Am\u00e9rica do Norte, no outono [primavera no hemisf\u00e9rio sul], com meu trio.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>RS: Da\u00ed preciso te perguntar: e o Brasil?<\/strong><br \/><strong>RK:<\/strong><em>\u201cAdoro tocar no Brasil. Assim que eu puder ir, eu irei. N\u00e3o ia h\u00e1 bastante tempo. Acho que a \u00faltima vez foi no festival Summer Breeze [hoje Bangers Open Air] com The Winery Dogs. Ent\u00e3o, \u00e9 s\u00f3 uma quest\u00e3o de tempo at\u00e9 voltar.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>RK: Voc\u00ea disse em outra entrevista que o Winery Dogs entrou novamente em hiberna\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o retorno do Mike Portnoy ao Dream Theater. Sei que ainda \u00e9 cedo, mas voc\u00ea v\u00ea o Winery Dogs tendo um futuro em algum momento? Ou voc\u00ea acha que a banda pode ter acabado de vez?<\/strong><br \/><strong>RK:<\/strong><em>\u201cEssa \u00e9 uma pergunta dif\u00edcil de responder. Quero dizer, \u2018para sempre\u2019 \u00e9 bem complicado. N\u00e3o vejo nada acontecendo no futuro imediato. Acho que a vibe da banda, quando tocamos o show, foi amig\u00e1vel, mas no momento n\u00e3o vejo nada acontecendo a curto prazo.\u201d<\/em><\/p>\n<h3>Coment\u00e1rios sobre faixas de destaque do novo \u00e1lbum<\/h3>\n<p><strong>\u201cBlack Light\u201d | Richie Kotzen:<\/strong><em>\u201cQuase a descartamos. Achei que havia algo especial nela, mas n\u00e3o consegu\u00edamos lev\u00e1-la para o lugar certo. Ent\u00e3o, um dia, silenciei o refr\u00e3o, que estava com vocais com um t\u00edtulo diferente. Mantive o verso e o pr\u00e9-refr\u00e3o. Toquei para o Adrian e ele achou muito bom. Tudo o que precisamos fazer \u00e9 mudar o refr\u00e3o, s\u00f3 as palavras e a melodia.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>\u201cMuddy Water\u201d | RK:<\/strong><em>\u201cJ\u00e1 estava praticamente finalizada de in\u00edcio. Eu a compus, s\u00f3 faltava adicionar Adrian. Ele ouviu e gostou muito. Ele criou a introdu\u00e7\u00e3o, mas o corpo da can\u00e7\u00e3o j\u00e1 estava bem gravado antes de nos juntarmos. Achei que combinaria muito com Smith\/Kotzen.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>\u201cWhite Noise\u201d | RK:<\/strong><em>\u201cEsta veio de Adrian, um riff dele, mas tinha um t\u00edtulo diferente. Trabalhei no refr\u00e3o, criei a melodia, mas o riff \u00e9 dele. Nosso processo \u00e9 assim: um traz um riff, o outro escuta e diz: \u2018ah, isso \u00e9 bom, vamos trabalhar nisso\u2019.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>\u201cDark Side\u201d | RK:<\/strong><em>\u201cEsta \u00e9 de Adrian. Lembro que gostei muito dela. Compus o pr\u00e9-refr\u00e3o e a ponte, enquanto o refr\u00e3o e o verso vieram do Adrian. Quando ouvi, pensei: \u2018precisamos gravar, porque n\u00e3o temos nada parecido\u2019. Trouxe Bruno para tocar pois sabia que j\u00e1 havia tocado bateria o suficiente. Isso surgiu mais para o final do processo. N\u00f3s dois concordamos: \u2018ah, o Bruno est\u00e1 na cidade, vamos ver o que ele faz\u2019.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>\u201cBeyond the Pale\u201d | RK:<\/strong><em>\u201cCome\u00e7ou com a ideia daquela introdu\u00e7\u00e3o com a guitarra, algo que o Adrian tinha no computador. N\u00e3o sei h\u00e1 quanto tempo ele tinha isso. Ele tinha a introdu\u00e7\u00e3o e o verso, e ent\u00e3o eu compus o refr\u00e3o e o final. Percebi que seria uma m\u00fasica de fechamento justamente por causa da virada que ela d\u00e1 no final.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>*Ou\u00e7a Black Light\/White Noise nas plataformas de streaming.<\/strong><\/p>\n<h3><strong>Rolling Stone Brasil especial: Iron Maiden<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Iron Maiden na capa<\/strong>: a <strong><em>Rolling Stone Brasil<\/em><\/strong> lan\u00e7ou uma edi\u00e7\u00e3o de colecionador in\u00e9dita para os f\u00e3s da banda de heavy metal. Os maiores \u00e1lbuns, a lista dos shows no Brasil, o poder do merchadising do grupo e at\u00e9 um tour pelo avi\u00e3o da banda voc\u00ea confere no especial impresso, \u00e0 venda na <strong>Loja Perfil<\/strong>.<\/p>\n<figure class=\"image\"><figcaption>Rolling Stone Brasil especial: Iron Maiden<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: P.O.D.: Sonny Sandoval fala \u00e0 RS sobre single com argentino, Brasil e carreira<br \/>+++ LEIA MAIS: Beat no Brasil: Adrian Belew fala \u00e0 RS sobre show, supergrupo e King Crimson dos anos 80<br \/>+++ LEIA MAIS: Steven Wilson fala \u00e0 RS sobre The Overview, insignific\u00e2ncia humana, prog e Brasil<br \/>+++ Siga a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++ Siga o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/smithkotzen-richie-kotzen-fala-a-rs-sobre-2-album-com-adrian-smith-musicos-brasileiros-e-mais\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Richie Kotzen admite: sequer considerava que teria a chance de gravar um \u00e1lbum com Adrian Smith. 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